Biografias: BRASIL NUNCA MAIS.

O MEDO DA MORTE

Jornais: Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Agora

Revistas: Veja, ISTOÉ, ÉPOCA, Carta-Capital e outras fontes

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Torturas e perseguições

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Esta página, está sendo continuamente elaborada para apresentar todos os tipos de torturas que eram aplicados aos torturados, homens, mulheres, crianças e gestantes.

É um serviço de constante pesquisa, para colher as monstruosidades daqueles que aproveitavam o poder dentro das suas conveniências.  

A tortura foi indiscriminadamente aplicada no Brasil, indiferente a idade, sexo ou situação moral, física e psicológica em que se encontravam as pessoas suspeitas de atividades subversivas.

Serão apontados os responsáveis que exerciam funções importantes durante o regime militar, na época da repressão.

Apesar de serem passadas algumas dezenas de anos, inúmeros casos tem sido "manejados" para que as verdades permaneçam escondidas para que alguns protagonistas que fizeram parte daquela era, principalmente aqueles, que por "circunstâncias favorecidas" continuam fazendo parte das "estruturas" do poder, que se seguiram até hoje.

Muitas "estratégias" foram inventadas ou armadas para que as monstruosas, incríveis e desumanas monstruosidades,  fiquem esquecidas a exemplo:

  • Sobre os presos-cobaias da repressão: Mauricio Paiva, Afonso Celso, Murilo Pinto, P. Paulo Bretas e inúmeros outros.

  • Ninguém lembra o pau-de-arara, a "pimentinha"e os dobradores de tensão, a "cadeira do dragão" o afogamento com o tubo de borracha, o choque de magneto do sistema de São Paulo e do sistema do Rio de Janeiro.

  • Da geladeira da polícia do exército.

  • Dos insetos e animais, como a cobra chamada de "MIRIAM" que utilizavam contra os torturados.

  • Dos produtos químicos, como o Pentatotal (substância que faz a pessoa falar, em estado de sonolência, ou os ácidos jogados nos rostos dos torturados.

  • Do "Viet Nau" (queimaduras com cigarros, aplicadas simultaneamente com a inserção no ânus do torturado, o limpador de garrafas).

  • Do castigo chamado "telefone" que consiste; dar tapas nos dois ouvidos ao mesmo tempo, sem que a pessoa (o torturado) esteja esperando).

  • As torturas psicológicas intercaladas com choques elétricos e uma postura que deram o nome de "Jesus Cristo" despido em pé e com os braços esticados.

  • O "banho chinês", a imersão da cabeça do torturado, de boca aberta, num tambor de gasolina, cheio d'água.

  • A "tortura chinesa" do DOI-Codi de São Paulo, que designava o tipo de suplício.

  • Das torturas em crianças, mulheres e gestantes aplicadas as "chamadas" suspeitas de atividades subversivas.

A Mídia, freqüentemente tem apresentado muitos noticiários com protagonistas invisíveis ou escondidos atrás da influência política.

"Infelizmente", os envolvidos, ou responsáveis por aqueles setores desumanos da repressão, "NÃO LEMBREM", conforme "justificaram" na imprensa, ou aos acusadores, em suas entrevistas (clique nas letras a seguir: A  B  C  D).       

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A "RECIPROCIDADE" DOS PODEROSOS

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PERSEGUIÇÃO E DISCRIMINAÇÃO

Ruy Barbosa, Itamar Franco, Adhemar de Barros, José Genoino, Luiz Inácio Lula da Silva, Vladmir Herzog, Chico Buarque de Holanda, Geraldo Vandre, Juca Chaves, Caetano Velloso, Plínio Marcos e inúmeros outros que foram, condenados, presos e vítimas dos monstros do poder: Da repressão dos militares. Da era da perseguição, da era chamada “patriótica”. Da era dos torturadores, que ainda desfrutam o poder, atuando como justiceiros, apesar do negro currículo que carregam.

Eles [os torturados], e muitos outros companheiros das condenações, das prisões, das perseguições, tiveram que suportar, por muito tempo a discriminação e a perseguição, dos fariseus e parasitas que vivem entre nós que se escondem atrás do escudo do poder. Pois a realidade é uma só: Eles, são heróis e merecem todo o nosso respeito e consideração. Eles, foram vítimas dos urubus famintos, dos ambiciosos, dos criadores das circunstâncias que os favoreciam. 

Ninguém tem o direito de manchar a vida do cidadão, principalmente daqueles que contribuíram patrioticamente para o bem estar da sociedade, ou daqueles que combateram o crime, de qualquer natureza. Ninguém tem o direito de discriminar, fazendo uso daquilo que as circunstâncias atribuíram desonestamente à alguns, que merecem o maior respeito e consideração. Ao cidadão que sofreu perseguições, humilhações, e injustiças principalmente. Ninguém tem o direito de acusar, e aplicar como defesa, as injustiças que outros criaram e abonaram em suas indefesas vítimas. Isto é um crime, que não deve ficar impune. São procedimentos ignorantes, incompetentes, e não profissionais de direito.   

Georges P. Sellinas, ao contrário dos acima mencionados, foi vítima por denunciar autoridades: corruptas, extorsionistas, traficantes de tóxicos contrabandistas de material eletrônico, contrabandistas de armas de foco, vendedores de passaportes, criadores de coberturas ilícitas, aproveitadores do poder, omissos,  coniventes de delitos, mandantes de assassinatos, ladrões da previdência social, prevaricadores, vendedores de porte de armas, vendedores de sentenças, lobistas dos cofres da Nação, “exportadores” de divisas para os paraísos fiscais e muitas outras “especialidades” criadas pelo caos que formaram os poderes dos regimes militares e políticos, que contaminaram o Brasil.

POR QUE FUI CONDENADO?

A seguir a resposta: 

Fui profissional especializado em serviços de inteligência científica, contra-espionagem empresarial e política, destacado no combate do crime tecnológico e membro de importantes empresas internacionais do mesmo setor. Pioneiro no Brasil, há mais de três décadas; titular da empresa: SECRETEL, Serviço de Inteligência Científica Ltda. Prestei serviços de inteligência e ao combate do crime tecnológico à governos, órgãos de segurança estaduais e federais. Organizei as varreduras no gabinete do falecido ex-presidente da República, João Batista de Oliveira Figueiredo, como também, aos setores que reservam altíssima confiabilidade. Fui destaque por amigos, pela imprensa brasileira, como também, perseguido por autoridades omissas, corruptas e cúmplices dos mais variados crimes, que foram, e continuam freqüentes destaques da Mídia em geral.

Devido a essa especialidade (único no Brasil naquela oportunidade), fui especialmente credenciado e autorizado pelo próprio ex-diretor-geral da PF, delegado Romeu Tuma, (vide Site: www.sellinas.com.br/AutorizacaoFederal.htm), a representar a Polícia Federal no exterior a procura de equipamentos de segurança com destino à sofisticar os serviços tecnológicos e científicos, daquela Entidade.

Treinei tecnologicamente a equipe anti-seqüestro, da Polícia Civil, criada e organizada pelo delegado da Polícia Civil, Dr. Jorge Henry Millard.

Por circunstâncias dos serviços acima expostos, vinham ao meu conhecimento, escândalos e ilícitos de toda natureza que envolviam inúmeras autoridades federais; alertando os responsáveis com cartas registradas no 1º Cartório de Títulos e Documentos, para que eles tomassem conhecimento das ocorrências apontadas, o que custou-me, além de processos estrategicamente armados, auto-exilar-me ao exterior durante cinco anos, afim de neutralizar minha extinção física prometida e programada, em meados de 1989, por autoridades cúmplices de ilícitos e corrupções, contrabandos e tráfico de tóxicos.

Perseguido por:     

  • Denunciar o escândalo BANESPA em 1988. Denunciei Octávio Ceccato presidente daquele banco, que ofereceu US$.1.000.000,00 aos responsáveis do DPF/SP que elaborava o processo do escândalo das ATMs (Apolices do Tesouro Municipal) para não ser identificado criminalmente.

  • Denunciar a empresa aérea TRANSBRASIL, que conforme denúncias confiadas ao superintendente do DPF/SP, estava servindo o contrabando internacional de placas eletrônicas de videio-poquer e outros. Pois, fui perseguido tanto pelo mencionado super/nte do DPF/SP (amigo do principal contrabandista), como pela própria cúpula da PF porque o proprietário daquela empresa aérea, o falecido Omar Fontana, foi amigo “destacado”, do ex-diretor-geral da Polícia Federal delegado Romeu Tuma, e de seu filho Robson Tuma, os quais, até hoje (como Senador e Deputado, respectivamente), são os defensores do lobby de proteção financeira da mencionada empresa aérea (revista VEJA OnLine, Edição 1717 de 12/09/2001 com título: “A força da bancada aérea”).

  • Descobrir extorsões, ilícitos contra comerciantes, ou acobertando contrabando de mercadorias eletrônicas, praticados por policiais federais ligados ao delegado Romeu Tuma, ex-diretor-geral da PF naquela oportunidade.

  • Apontar os ilícitos cometidos por pessoas ligadas ao Staff do delegado, Romeu Tuma, que apesar de cientificado por tudo que ocorria na PF não tomava providências, ou acobertava as ocorrências. Alertava-o freqüentemente sobre os riscos que assumia de ser acusado por omissão, prevaricação, ou cumplicidade, acusações essas, que posteriormente, tornaram-se manchetes permanentes da imprensa, noticiários, ou outros destaques jornalísticos (vide Biografia no Site: www.sellinas.com.br), inúmeras dessas, cobertas por “estratégias abafadoras”.

  • Denunciar equipes de elite da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, extorquindo empresários e empresas.

  • Denunciar o juiz federal João Carlos da Rocha Mattos, absolvendo criminosos, traficantes e vendendo sentenças ao valor de US$.2.000.000,00, conforme posteriormente comprovado e apontado pela imprensa (Jornal da Tarde, 28/11/1992), vide reportagem completa no Site: www.impunidade.hpg.com.br/Curriculo.htm

  • Ser considerado não confiável, devido aos meus freqüentes alertas sobre os ilícitos que se cobriam na superintendência da Polícia Federal de São Paulo, naquela oportunidade.

  • Não aceitar propinas por parte do ex-superintendente da Polícia Federal, Marco Antônio Veronezzi “amistosamente proposta” para “desviar” meus alertas.

  • Denunciar publicamente aquele ex-super/nte do DPF/SP, por proteger contrabandistas internacionais, acusações essas, comprovadas com fitas gravadas, oficialmente degravadas, apresentadas pela imprensa e posteriormente reconhecidas pelo mesmo ex-super/nte (Jornal do Brasil, 02/03/1989 e revista VEJA, Edição 1074 de 05/04/1989, ou acobertando policiais federais extorquindo empresários e agências de turismo no Bairro da Liberdade (vide Site: www.scamnakis.hpg.com.br/ExtorsaoFederal.htm), ou ainda, acobertando contrabandistas da Galeria Pajé (vide documento nº 1666518 registrado no 1º Cartório de Registros de Títulos e Documentos em 1989, ou no Site: www.realidade3.hpg.com.br/TumaMente.htm    

Armaram processos que além de me condenarem com a Lei da Imprensa, por denunciá-los, industrializaram processos criminais e me atribuíram crimes de estelionato (!!!), e de contrabandista.

Incineraram os equipamentos, que haviam retirados da minha empresa nas buscas e apreensões, que além de fazer parte como ferramentas do meu trabalho contra o crime tecnológico, que vinha oferecendo, conforme acima exposto, serviram, durante oito anos nos seminários técnicos que oferecia graciosamente aos policiais federais, estaduais e aos serviços que eram freqüentemente solicitados pelos próprios dirigentes da Polícia Federal. Todos legalmente importados, por multinacionais, como também, parte deles fabricados no Brasil. Todos, destruídos dois anos antes de serem julgados e concluídos os processos, junto com a documentação fiscal dos mesmos, sem contarem com as cópias autenticadas que haviam sido protegidas em residências de amigos. Foi uma estratégia para esconderem a real finalidade dos mesmos.

Planejaram dentro da mesma técnica e estilo dos crimes que atribuíam contra os torturados, da época da repressão, e ainda pelas mesmas pessoas daquela horrorosa lembrança. E conforme declarações de Romeu Tuma Júnior (filho do ex-diretor-geral da PF), a tática que aplicam os denunciados para se salvarem de acusações é desmoralizar os denunciantes (vide Site: www.impunidade.hpg.com.br/TumaJuniorConfeca.htm).   

Me processaram como extorsionista, utilizando os meus alertas documentados, dirigidos à eles argumentando que meu objetivo era de extorqui-los (!!!).     

NOTA: Fui intensivamente perseguido (vide Site: www.impunidade.hpg.com.br/Mentindo.htm). Programaram minha extinção física como “queima de arquivo”. Incendiaram a residência do meu defensor Dr. Antônio Roberto Barbosa (vide B/O no Site: www.sellinas.com.br/BO.htm). Armaram processos de toda natureza, ricos em constrangimentos ilegais, que resultaram em injustas condenações e penas que superavam os dez anos de prisão, penas essas, imediatamente prescritas, ao regressar no Brasil, por serem consideradas improcedentes, pela Justiça Estadual de São Paulo.

IMPORTANTE: Inúmeras outras provas irrefutáveis, comprovantes de toda natureza, histórico dos fatos, encontram-se na Biografia de Georges P. Sellinas, editada por: Thedóroro Scamnákis, publicada na Internet, há mais de cinco anos, no Site: www.sellinas.com.br e outros alertas no Site: www.gs1.com.br/impunity.

E PARA CONCLUIR: Graças as Sindicâncias ordenadas pelo ex-presidente da República Itamar Franco, pelo ex-presidente do Congresso Mauro Benevides, pelo ex-ministro da Justiça Maurício Corrêa, destacando inclusive o interesse do Exmo. Sr. Ministro do Exército, daquela oportunidade, Gal. Carlos Tinoco, para o esclarecimento dos fatos; frisando inclusive, a intensiva colaboração da Deputada Cidinha Campos; resultaram ao meu regresso com segurança ao Brasil, em fins de 1994.

Georges P. Sellinas