PERSEGUIÇÃO
E DISCRIMINAÇÃO
Ruy Barbosa, Itamar Franco, Adhemar de Barros,
José Genoino, Luiz Inácio Lula da Silva, Vladmir Herzog, Chico
Buarque de Holanda, Geraldo Vandre, Juca Chaves, Caetano Velloso, Plínio
Marcos e inúmeros outros que foram, condenados, presos e vítimas
dos monstros do poder: Da repressão dos militares. Da era da
perseguição, da era chamada “patriótica”. Da era dos
torturadores, que ainda desfrutam o poder, atuando como justiceiros,
apesar do negro currículo que carregam.
Eles [os torturados], e muitos outros
companheiros das condenações, das prisões, das perseguições,
tiveram que suportar, por muito tempo a discriminação e a perseguição,
dos fariseus e parasitas que vivem entre nós que se escondem atrás
do escudo do poder. Pois a realidade é uma só: Eles, são heróis
e merecem todo o nosso respeito e consideração. Eles, foram vítimas
dos urubus famintos, dos ambiciosos, dos criadores das circunstâncias
que os favoreciam.
Ninguém tem o direito de manchar a vida do
cidadão, principalmente daqueles que contribuíram patrioticamente
para o bem estar da sociedade, ou daqueles que combateram o crime,
de qualquer natureza. Ninguém tem o direito de discriminar, fazendo
uso daquilo que as circunstâncias atribuíram desonestamente à
alguns, que merecem o maior respeito e consideração. Ao cidadão
que sofreu perseguições, humilhações, e injustiças
principalmente. Ninguém tem o direito de acusar, e aplicar como defesa,
as injustiças que outros criaram e abonaram em suas indefesas vítimas.
Isto é um crime, que não deve ficar impune. São procedimentos
ignorantes, incompetentes, e não profissionais de direito.
Georges P. Sellinas, ao contrário dos acima
mencionados, foi vítima por denunciar autoridades: corruptas, extorsionistas,
traficantes de tóxicos contrabandistas de material eletrônico,
contrabandistas de armas de foco, vendedores de passaportes,
criadores de coberturas ilícitas, aproveitadores do poder, omissos,
coniventes de delitos, mandantes de assassinatos, ladrões da
previdência social, prevaricadores, vendedores de porte de armas,
vendedores de sentenças, lobistas dos cofres da Nação,
“exportadores” de divisas para os paraísos fiscais e muitas
outras “especialidades” criadas pelo caos que formaram os
poderes dos regimes militares e políticos, que contaminaram o
Brasil.
POR QUE FUI CONDENADO?
A seguir a resposta:
Fui profissional especializado em serviços de inteligência científica,
contra-espionagem empresarial e política, destacado no combate do
crime tecnológico e membro de importantes empresas internacionais
do mesmo setor. Pioneiro no Brasil, há mais de três décadas;
titular da empresa: SECRETEL, Serviço de Inteligência Científica
Ltda. Prestei serviços de inteligência e ao combate do crime
tecnológico à governos, órgãos de segurança estaduais e
federais. Organizei as varreduras no gabinete do falecido
ex-presidente da República, João Batista de Oliveira Figueiredo,
como também, aos setores que reservam altíssima confiabilidade.
Fui destaque por amigos, pela imprensa brasileira, como também,
perseguido por autoridades omissas, corruptas e cúmplices dos mais
variados crimes, que foram, e continuam freqüentes destaques da Mídia
em geral.
Devido a essa especialidade (único no Brasil naquela oportunidade), fui
especialmente credenciado e autorizado pelo próprio
ex-diretor-geral da PF, delegado Romeu Tuma, (vide Site: www.sellinas.com.br/AutorizacaoFederal.htm),
a representar a Polícia Federal no exterior a procura de
equipamentos de segurança com destino à sofisticar os serviços
tecnológicos e científicos, daquela Entidade.
Treinei tecnologicamente a equipe anti-seqüestro, da Polícia Civil,
criada e organizada pelo delegado da Polícia Civil, Dr. Jorge Henry
Millard.
Por circunstâncias dos serviços acima expostos, vinham ao meu
conhecimento, escândalos e ilícitos de toda natureza que envolviam
inúmeras autoridades federais; alertando os responsáveis com
cartas registradas no 1º Cartório de Títulos e Documentos, para
que eles tomassem conhecimento das ocorrências apontadas, o que
custou-me, além de processos estrategicamente armados,
auto-exilar-me ao exterior durante cinco anos, afim de neutralizar
minha extinção física prometida e programada, em meados de 1989,
por autoridades cúmplices de ilícitos e corrupções, contrabandos
e tráfico de tóxicos.
Perseguido por:
-
Denunciar
o escândalo BANESPA em 1988. Denunciei Octávio Ceccato
presidente daquele banco, que ofereceu US$.1.000.000,00 aos
responsáveis do DPF/SP que elaborava o processo do escândalo
das ATMs (Apolices do Tesouro Municipal) para não ser
identificado criminalmente.
-
Denunciar
a empresa aérea TRANSBRASIL, que conforme denúncias confiadas
ao superintendente do DPF/SP, estava servindo o contrabando
internacional de placas eletrônicas de videio-poquer e outros.
Pois, fui perseguido tanto pelo mencionado super/nte do DPF/SP
(amigo do principal contrabandista), como pela própria cúpula
da PF porque o proprietário daquela empresa aérea, o falecido
Omar Fontana, foi amigo “destacado”, do ex-diretor-geral da
Polícia Federal delegado Romeu Tuma, e de seu filho Robson
Tuma, os quais, até hoje (como Senador e Deputado,
respectivamente), são os defensores do lobby de proteção
financeira da mencionada empresa aérea (revista VEJA OnLine,
Edição 1717 de 12/09/2001 com título: “A força da
bancada aérea”).
-
Descobrir
extorsões, ilícitos contra comerciantes, ou acobertando
contrabando de mercadorias eletrônicas, praticados por
policiais federais ligados ao delegado Romeu Tuma,
ex-diretor-geral da PF naquela oportunidade.
-
Apontar
os ilícitos cometidos por pessoas ligadas ao Staff do delegado,
Romeu Tuma, que apesar de cientificado por tudo que ocorria na
PF não tomava providências, ou acobertava as ocorrências.
Alertava-o freqüentemente sobre os riscos que assumia de ser
acusado por omissão, prevaricação, ou cumplicidade, acusações
essas, que posteriormente, tornaram-se manchetes permanentes da
imprensa, noticiários, ou outros destaques jornalísticos (vide
Biografia no Site: www.sellinas.com.br),
inúmeras dessas, cobertas por “estratégias abafadoras”.
-
Denunciar
equipes de elite da Secretaria da Fazenda do Estado de São
Paulo, extorquindo empresários e empresas.
-
Denunciar
o juiz federal João Carlos da Rocha Mattos, absolvendo
criminosos, traficantes e vendendo sentenças ao valor de
US$.2.000.000,00, conforme posteriormente comprovado e apontado
pela imprensa (Jornal da Tarde, 28/11/1992), vide reportagem
completa no Site: www.impunidade.hpg.com.br/Curriculo.htm
-
Ser
considerado não confiável, devido aos meus freqüentes alertas
sobre os ilícitos que se cobriam na superintendência da Polícia
Federal de São Paulo, naquela oportunidade.
-
Não
aceitar propinas por parte do ex-superintendente da Polícia
Federal, Marco Antônio Veronezzi “amistosamente proposta”
para “desviar” meus alertas.
-
Denunciar
publicamente aquele ex-super/nte do DPF/SP, por proteger
contrabandistas internacionais, acusações essas, comprovadas
com fitas gravadas, oficialmente degravadas, apresentadas pela
imprensa e posteriormente reconhecidas pelo mesmo ex-super/nte
(Jornal do Brasil, 02/03/1989 e revista VEJA, Edição 1074 de
05/04/1989, ou acobertando policiais federais extorquindo empresários
e agências de turismo no Bairro da Liberdade (vide Site: www.scamnakis.hpg.com.br/ExtorsaoFederal.htm),
ou ainda, acobertando contrabandistas da Galeria Pajé (vide
documento nº 1666518 registrado no 1º Cartório de Registros
de Títulos e Documentos em 1989, ou no Site: www.realidade3.hpg.com.br/TumaMente.htm
Armaram processos que além de me condenarem com a Lei da Imprensa, por
denunciá-los, industrializaram processos criminais e me atribuíram
crimes de estelionato (!!!), e de contrabandista.
Incineraram os equipamentos, que haviam retirados da minha empresa nas
buscas e apreensões, que além de fazer parte como ferramentas do
meu trabalho contra o crime tecnológico, que vinha oferecendo,
conforme acima exposto, serviram, durante oito anos nos seminários
técnicos que oferecia graciosamente aos policiais federais,
estaduais e aos serviços que eram freqüentemente solicitados pelos
próprios dirigentes da Polícia Federal. Todos legalmente
importados, por multinacionais, como também, parte deles fabricados
no Brasil. Todos, destruídos dois anos antes de serem julgados e
concluídos os processos, junto com a documentação fiscal dos
mesmos, sem contarem com as cópias autenticadas que haviam sido
protegidas em residências de amigos. Foi uma estratégia para
esconderem a real finalidade dos mesmos.
Planejaram dentro da mesma técnica e estilo dos crimes que atribuíam
contra os torturados, da época da repressão, e ainda pelas mesmas
pessoas daquela horrorosa lembrança. E conforme declarações de
Romeu Tuma Júnior (filho do ex-diretor-geral da PF), a tática que
aplicam os denunciados para se salvarem de acusações é
desmoralizar os denunciantes (vide Site: www.impunidade.hpg.com.br/TumaJuniorConfeca.htm).
Me processaram como extorsionista, utilizando os meus alertas
documentados, dirigidos à eles argumentando que meu objetivo era de
extorqui-los (!!!).
NOTA: Fui intensivamente
perseguido (vide Site: www.impunidade.hpg.com.br/Mentindo.htm).
Programaram minha extinção física como “queima de arquivo”.
Incendiaram a residência do meu defensor Dr. Antônio Roberto
Barbosa (vide B/O no Site: www.sellinas.com.br/BO.htm).
Armaram processos de toda natureza, ricos em constrangimentos
ilegais, que resultaram em injustas condenações e penas que
superavam os dez anos de prisão, penas essas, imediatamente
prescritas, ao regressar no Brasil, por serem consideradas
improcedentes, pela Justiça Estadual de São Paulo.
IMPORTANTE: Inúmeras
outras provas irrefutáveis, comprovantes de toda natureza, histórico
dos fatos, encontram-se na Biografia de Georges P. Sellinas, editada
por: Thedóroro Scamnákis, publicada na Internet, há mais de cinco
anos, no Site: www.sellinas.com.br
e outros alertas no Site: www.gs1.com.br/impunity.
E PARA CONCLUIR: Graças
as Sindicâncias ordenadas pelo ex-presidente da República Itamar
Franco, pelo ex-presidente do Congresso Mauro Benevides, pelo
ex-ministro da Justiça Maurício Corrêa, destacando inclusive o
interesse do Exmo. Sr. Ministro do Exército, daquela oportunidade,
Gal. Carlos Tinoco, para o esclarecimento dos fatos; frisando
inclusive, a intensiva colaboração da Deputada Cidinha Campos;
resultaram ao meu regresso com segurança ao Brasil, em fins de
1994.
Georges P. Sellinas
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