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JANIO DE FREITAS
Para quem não se lembra, o Nacional foi o banco que motivou a criação, sob sigilo e prote-ção do trabalho em uma noite e madrugada adentro, do Proer e do sistema de verdadeiros pre
sentes de certos bancos a outros (no caso, a parte boa do Nacional foi logo para o Unibanco e a chamada "banda podre" ficou com o governo). Muito citada à época, porque co-proprietária e diretora do Nacional, uma nora de Fernando Henrique Cardoso não figura entre os acusados por absoluta e reconhecida inocência. Ex-nora, aliás, desde pouco depois da quebra do seu banco, o que levou à reforma neoliberal da velha sabedoria, agora assim: em vida de marido e mulher, ninguém deve meter o
Proer.
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