SEQÜESTROS, ASSASSINATOS, ROUBOS, CORRUPÇÕES, INCOMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA, BRASIL CAMPEÃO DO MUNDO!!!

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CHARGE Folha de São Paulo, 22 de janeiro de 2002

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O crime no governo

Alckmin gestão

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É, o... máximo, Sr. Presidente!!!
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  Proibir o uso de celulares pre-pagos!!! Pois vão "morrer de fome", todos que os leva dentro na cadeia?

  Colocar em indisponibilidade os bens dos seqüestrados obrigando os familiares a manter um... "caixa 2 para seqüestros", ou obrigá-los a procurar outras alternativas "temporárias"!!! Quem será o familiar que vai deixar de pagar as exigências dos seqüestradores? É assassinato garantido.

  Não criar leis, portarias, ementas ou medidas provisórias "perpetuas" é desrespeitar OS LOBBYS dos "magnatas" e desencorajar os oportunistas lobistas.

Georges P. Sellinas

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Mais uma para o Sr. governador (clique aqui)

DESTAQUE: Folha - O que o sr. acha da proposta de bloquear bens de pessoas seqüestradas?

Luz - É um absurdo. Você não pode chegar para um pai, uma mãe que tem dinheiro e está com um filho em cativeiro, e dizer para ele não pagar o resgate. Isso é uma tortura. Compete ao Estado ser competente e evitar o pagamento.

Hélio Luz, deputado estadual (PT) e ex-chefe da Polícia Civil do RIO (Folha 03/02/2002)

O Ministro das Comunicações é contra o fim dos celulares pré-pagos.
A proposta do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de eliminar os telefones celulares pré-pagos como forma de conter a onda de violência encontrou um forte opositor: o ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga.

CNN OnLine, de 23/01/2002

Parabéns ao ministro Pimenta da Veiga pela sua decisão de ignorar a tão grande besteira que saiu da boca de um governador que desrespeitou a herança de um grande governador de nome: Mário Covas.

Georges P. Sellinas

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Governar é administrar crises, e Alckmin não faz outra coisa. O PCC, a megarrebelião de 29 presídios, o seqüestro de Silvio Santos, a morte do seqüestrador Fernando Dutra Pinto, os assassinatos de Toninho do PT em Campinas seguindo o de Celso Daniel em Santo André. Sem falar na rotina de desemprego e miséria.

Eliane Cantanhêde/Folha de São Paulo, 27/01/2002. Clique aqui

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TALVEZ... ESQUECIMENTO!!!

O Sr. governador de uma megalópole como São Paulo deveria ser mais extenso em seu "pacote" de repressão a criminalidade. Pois para dar tudo certo, naquele "pacote", deveriam ser acrescentados mais alguns itens. Sugerir ao Sr. Presidente da República:

  "O imediato entupimento de todos os bueiros e galerias de esgotos para impedir a fuga dos  presidiários".

  "Proibir o vôo a todos os helicópteros para se tornar impossível a fuga de prisioneiros, dos pátios de presídios, e ainda, de segurança máxima". É uma vergonha sr. governador

  "Proibir a circulação de motocicletas, que tanto tem contribuído na violência e assaltos, principalmente, para evitar o transporte de pizzas, que tanto tem contribuído na criação das ementas provisórias 'perpetuas', nas leis não cumpridas, nas promessas do caviar político, nas 'soluções sociais' escritas nas solas de sapatos dos felizardos do poder, ou ainda, enfeitar os 'cardápios políticos' do pobre contribuinte, assalariado, aposentado ou da grande massa dos desempregados que encontram refúgio nos crimes para sobreviverem"!!!

  "Transformar em fardos de ferro velho, todos os automóveis que tanto tem contribuído nos seqüestros, assaltos de toda espécie, como também, na extensa violência e criminalidade, pois seria bom, desativar sua segurança pública, derrotada em todos os setores de suas funções e obrigações durante a gestão do sr. governador"!!!

  Finalmente, o sr. governador como autoridade do povo que representa deve evitar penalizar com gafes de sua autoria o indefeso contribuinte. Deve procurar alternativas competentes para neutralizar e combater os crimes que castigam São Paulo. (Veja declaração da ANATEL)

Georges P. Sellinas

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CHARGE: Folha de São Paulo, 22 de janeiro de 2002

TEXTO: JANIO DE FREITAS/Folha, 22 de janeiro de 2002

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Clicar aqui para ver a completa reportagem do jornal ampliada, ou veja o texto completo a seguir:

VER-GO-NHA (!!!)

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O crime no governo

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As inflamadas reações oficiais à morte de Celso Daniel são derivadas da sobreposição de tragédia política à tragédia criminal —e não convém enganar-se com elas.

"A violência passou dos limites", sentenciou Fernando Henrique Cardoso. Só passou agora? A resposta pode ser tomada também a Fernando Henrique, com a vantagem de que não se constitui de palavras, não costuma fixar-lhe na memória, mas uma ação de governo composta de numerosos atos. Há dois anos, o governo chamou as atenções para a discussão, elaboração e, afinal, lançamento de providência para atender ao clamor contra a insegurança pública provocada pela criminalidade urbana. E onde foi parar o Plano Nacional de Segurança, depois das solenidades televisadas e das manchetes sempre buscadas (e obtidas) pelo marquetismo presidencial?

Já ficou informado, aqui mesmo, que nem 10% do tal plano foram efetivados.

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O que tem ocorrido às verbas orçamentárias para a segurança pública retrata o verdadeiro empenho do governo contra a criminalidade crescente. Em 2001, o governo não repassou aos Estados nem aplicou um terço da verba inscrita no Orçamento, com aprovação do Congresso, para gastos em segurança pública.

A retenção de verbas autorizadas no Orçamento é uma política de Pedro Malan/Fernando Henrique e a transformação do Orçamento em engodo. Não lhes parece suficiente, porém. E temos então, para quem duvidasse do que é o verdadeiro empenho presidencial na "guerra contra o crime", o adendo à retenção: o corte, simples e abertamente, da verba. E o que está feito para este ano em que "a violência passou dos limites": a verba para gastos com segurança pública foi diminuída, no Orçamento de 2002 em relação ao de 2001, em quase 30%. Sem contar o que, seguindo a regra Malan-FMI, deve ser retido.

Dentro e fora do governo, muitos, e Fernando Henrique em pessoa, defendem a união das polícias Civil e Militar como fundamental para o combate organizado ao crime. A tese foi incluída no Plano Nacional de Segurança, mas não aplicada. Ministro da Justiça, Aloysio Nunes Ferreira culpou ontem o Congresso, em entrevista na CBN, pela não-aprovação do respectivo projeto. Como assim? "O corporativismo da polícia no Congresso impediu.

"O governo que revirou a Constituição, conseguiu que o Congresso deixasse o país entupido de medidas provisórias nunca votadas, extirpou direitos dos cidadãos vigentes há 60 anos não pôde, ora veja, ter aprovada a união das polícias. Aloysio Nunes Ferreira era o líder do governo que não providenciou a aprovação por um motivo único: jamais essa medida, considerada essencial no próprio governo, dele mereceu, nem se diga prioridade, mas algum empenho.

O PT informa que em 6 de dezembro foi entregue ao ministro da Justiça, pelo presidente do partido, José Dirceu, e pela viúva do também assassinado prefeito Antônio da Costa Santos, um dossiê de 22 páginas, relatando 72 casos de atentados e ameaças a integrantes do PT, em 22 Estados. Não se soube de providência alguma. Executado Celso Daniel, que era um dos relacionados no dossiê, Aloysio Nunes Ferreira diz que, no dia seguinte ao encontro com José Dirceu, determinou investigações da Policia Federal. Investigação de casos com vítimas vivas ouvem, pronta e necessariamente, as vítimas mesmas. Seria interessante que Aloysio Nunes Ferreira se mostrasse capaz, então, de enumerar os prefeitos do PT, além de outros ameaçados, que foram ouvidos nas tais investigações por ele determinadas.

Vem aí um novo plano, novas reuniões televisadas, mais manchetes e solenidades —mas o governo é o mesmo.

IMPORTANTE: Clique aqui para conhecer a gestão do governador Alckmin

A seguir clique na entrevista da namorada do Celso Daniel com a Folha