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Foto da
revista Época de 12/02/2001 |
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OS
"JOGOS" DOS PODEROSOS |
ESCÂNDALOS
OS
ALTOS VÔOS DA
PODRIDÃO.
Gravações
telefônicas ilegais e acusações de suborno tumultuam campanha no
Parlamento
Ministro dos Transportes Eliseu Padilha, filiado ao PMDB, montou uma
equipe de espionagem, comandada pelo ex-diretor-geral da Polícia
Federal, Vicente Chelotti.
E
a revista ÉPOCA de 12/02/2001 acrescenta:
“Dizem
que no Ministério dos Transportes a comissão é de 20%”
A
mesma revista destaca: ACM ensaiou o ataque. Distribuiu uma fita de
vídeo com o título: “Geddel vai às
compras”. O locutor da mesma apontava: “Não
satisfeitos em comprar mansões, Fazendas, imóveis e aviões,
Geddel, Jader Barbalho e Eliseu Padilha partiram para comprar
pessoas”.
Ao
lado da sala de Padilha, despacha o ex-diretor da Polícia Federal,
delegado Vicente Chelotti.
O
PFL suspeita que o ex-diretor-geral da PF continua atuando na área
de informações e desconfia inclusive, que ele participa na escuta
telefônica. O secretário-geral do partido, deputado José Carlos
Aleluia (BA), formalizou a suspeita.
Os
candidatos à presidência das duas casas do Congresso vêem-se
envolvidos em denúncias de corrupção, venda de votos e tentativas
de chantagem.
Por sua vez, a revista “Veja” de
14/02/2001 publica:
Em
conversas telefônicas, os recém-filiados ao PMDB falam de
“pagamento”, comissão “de 20%”, “antro” e “ladrões”.
“Veja”
destaca: "Compõe
um retrato da miséria moral em que mergulharam
alguns políticos", e acrescenta: "Nos
anos 90, o Congresso já estremeceu com dois escândalos de políticos
vendendo votos ou mandatos. Eram atraídos por propinas que variavam
de 30.000 a 50.000 dólares. Após alguns meses, três líderes do
PSD foram cassados". E
continua:
"Em
1997, a imprensa revelou gravações nas quais dois deputados
confessavam que eles próprios e outros quatro colegas receberam
200.000 reais para votar a favor da emenda da reeleição. Dos cinco
envolvidos, dois renunciaram ao mandato para fugir da cassação".
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