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governo, equipa-rando-a ao calote na dívida externa
que os economistas supostamente de bom tom se recusam sequer a discutir. Não que eu defenda o calote, mas, se é para ser contra, então é para ser contra todos os calotes, inclusive esse do FGTS.
Mas Salej manda também lembranças, nada amigáveis, como é óbvio, para quem gerou o problema lá atrás, ou seja, para os governos José Sarney e Fernando Collor de Mello.
Suas respectivas equipes econômicas estão presas? Ou gozam tranquilamente a vida, mesmo tendo deixado para os sucessores um rombo na imponente altura dos R$ 42 bilhões?
Ainda que não sejam presos, não deveriam merecer uma sanção moral, em vez de continuarem por aí ensinando como devem se comportar pessoas, empresas e o governo?
Se a gente fizer bem as contas, vai verificar que o rombo deixado pelo juiz Lalau é insignificante perto do que fizeram os autores dos Planos Verão (governo Sarney) e Collor.
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