OS
‘EQUIVOCOS’ E MENTIRAS DE ROMEU TUMA
O
interlocutor, com o qual, o ex-juiz mantinha dialogo telefônico, concorda com a
exposição do juiz e completa: “Em Brasília, todo mundo sabe a história do
doleiro que morreu (...) e era um laranja do Romeu Tuma e que morreu, num
assassinato estranho (...)”
Em
virtude da denúncia acima exposta, o Jornal “Folha de São Paulo” de 15 de
julho publicou uma entrevista com título: “Ex-juiz tem ‘cobertura’ em
fitas, diz Tuma”, em pergunta formulada pela jornalista
Julia Duailibi:
“Quem são os citados na fita, relacionados ao sr.?” O acima citado
respondeu: “O grego eu processei, foi preso e condenado... ele fazia grampos
telefônicos e queria a retirada dos policiais federais da Galeria Pajé”.
(Destaque: Será que um civil pode cancelar, ou alterar, operações rotineiras ou
ainda, procedimentos da Polícia Federal? Pois tal argumento, comprova incompetência,
comprova mentiras, de autoria do
ex-diretor-geral da PF!!!
Conforme
provas registradas em 1987, no 1º Cartório de Registro de Documentos sob
nºs:
1697895; 1666758; 1666024; 1667965; 1666516; 1666517; 1666519; 1697894; 1704995;
1697896; 1666759 e outros, principalmente, o de nº 1666518, que se restringe
exclusivamente ao inverso da justificativa apresentada por Tuma, sobre a
‘Galeria Pajé’ e apontam os ilícitos que estavam sendo desenvolvidos,
pelos subordinados diretos do seu ‘staff’, e de seu conhecimento, quanto
diretor-geral da Polícia Federal.
Além dos documentos acima mencionados, também, em minha declaração no
dia 10 de março de 1989, na Procuradoria Geral da República em São Paulo,
e perante o Procurador Chefe da mesma, Dr. Antônio Carlos Mendes, acusei
o diretor-geral da Polícia Federal Romeu Tuma de não tomar providências
com relação ao meu relatório, à ele entregue, que acusava os ilícitos
desenvolvidos pelos seus subordinados diretos naquela Galeria
e o
favorecimento e exploração do contrabando pelos mesmos.
Ele, inverteu os fatos, procurando ‘saídas’
que possam justificá-lo e favorecê-lo, nos atuais... supostos envolvimentos e
acusações, pois a ‘Galeria Pajé, foi uma... “sobrevivência” dos...
‘amigos’ e de seus subordinados!!! Realmente, fui processado com processos de sua autoria (prescritos pela Justiça), industrializados, tramados, ricos em constrangimentos ilegais, com objetivo de acobertar e abafar os inúmeros e potenciais ilícitos. Não por ter cometido algo ilegal, mas sim por ter denunciado e alertado, várias fraudes e falcatruas, as quais tive conhecimento, em virtude da minha especialidade.
Processou-me, por pressão do pessoal que
denunciei e fui vítima do poder corrupto e impune, com o seu consentimento e
das tramas dos seus subordinados imediatos. E como, minhas denúncias
atingiam diretamente pessoas de alto comprometimento político, inclusive o próprio
Romeu Tuma, fui atacado de forma covarde para descredibilizar-me e esvaziarem a
verdade dos fatos, que hoje estão se comprovando, apesar de passados 12 anos. E para concluir, não fui grampeador de telefones, mas exatamente ao contrário (conforme alertado ao ex-ministro da Justiça Oscar Dias Corrêa, com carta aberta em 27/04/1989, pois a empresa, na qual fui titular (Secretel, Serviço de Inteligência Científica Ltda.), era de contra-espionagem industrial, onde os serviços de inteligência prestados, eram de anti-grampo. Detectavam-se grampos (com equipamentos especiais, apreendidos em busca planejada e posteriormente criminosamente incinerados, dois anos antes da conclusão dos processos afim de ocultarem a verdadeira finalidade), conforme provam as inúmeras reportagens de toda a imprensa brasileira, como os que foram encontrados no gabinete do ex-presidente João B. de Oliveira Figueiredo, lembram-se? Em inúmeros Governadores. A serviço inclusive do próprio Romeu Tuma, "favorecendo amigos". A serviço da própria Polícia Federal, em operações especiais comandadas pelo delegado Everaldo Tanganelli. Fui credenciado, inclusive com autorizações e credenciais especiais (emitidas pela direção da Polícia Federal, por ordem do ex-diretor-geral Romeu Tuma, apontado na biografia no site; www.sellinas.com.br, ou clique: "aqui"), a procura no exterior, equipamentos eletrônicos para investigações especiais.
Foram
detectados pelas equipes especializadas da empresa acima citada, equipamentos de espionagem em
entidades suspeitas de crimes e ilícitos (em conjunto com os responsáveis do
setor de Operações Especiais da Polícia Federal), como o famoso escândalo do
INAMPS (atualmente INSS),
o
escândalo BANESPA e inúmeros outros. Foram oferecidas aulas de contra-espionagem ao
grupo anti-seqüestro, selecionado e organizado pelo respeitadíssimo e competente delegado da
Polícia Civil Dr. Jorge Henry Milard. Georges P. Sellinas |